quinta-feira, 26 de março de 2009
Já tive melhores...
Quis falar sobre o meu "exercício das pequenas coisas",que tem me ajudado bastante a "deslembrar" de coisas "desimportantes".
Tá, eu ando meio neurótica mesmo, mas eu sei que ainda vou dar um risadão disso tudo, igual a mãe do Jeremias fez quando descobriu que ele andava "matando mil".
Talvez seja a crise, ou então o aquecimento global e seu degelo das calotas polares, enfm...não sei!
se for mais íntimo, me quebrei porque vou ter que descobrir sozinha e eu ultimamente ando com um medo da porra de ficar só...
Se vocês tiverem algum palpite, ou simplesmente tiverem alguma certeza, me deem uma forcinha namoral,!e eu garanto que os próximos textos terão algo de útil.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Foi.
"-Só existe um pecado: O Roubo.Todos os outros são variações do roubo, entendeu?
- Não.
-Quando um homem mata, está roubando uma vida.Rouba o direito da esposa de ter seu marido,do filho ter seu pai.
Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade.
Não existe nada mais infame do que roubar."
Trecho do Filme "O caçador de pipas", baseado no livro de Khaled Hosseini

Palavras minhas são pobres e inúteis nesse momento.
"Os assassinos estão livres. Nós não estamos."
Renato Russo
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
" O pouco que sobrou"
curta sua depressão e pronto
Louise Cardeal diz:
Vou ouvir LH hoje
Louise Cardeal diz:
e amanhã
Louise Cardeal diz:
e depois
FlaviAtaíde diz:
não seja extremista
Louise Cardeal diz:
não serei, não vou ouvir nem o bloco nem o 4.
Louise Cardeal diz:
só ventura
FlaviAtaíde diz:
ah tá.
Se é que vocês me entendem...
"Eu cansei de ser assim

Não posso mais levar
Se tudo é tão ruim
Por onde eu devo ir?
A vida vai seguir
Ninguém vai reparar
Aqui neste lugar
Eu acho que acabou
Mas vou cantar
Pra não cair
Fingindo ser alguém
Que vive assim de bem
Eu não sei por onde foi
Só resta eu me entregar
Cansei de procurar
O pouco que sobrou
Eu tinha algum amor
Eu era bem melhor
Mas tudo deu um nó
E a vida se perdeu
Se existe Deus em agonia
Manda essa cavalaria
Que hoje a fé
Me abandonou"
(O pouco que sobrou, Los hermanos)
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Aos melhores de 2008
Seu 2008! Quem diria hein? E eu que não dei nada por você...
Um dos anos mais produtivos da minha vida, por assim dizer. Consegui duas das metas que me pareciam mais difíceis da minha listinha: Estudar e trabalhar. Saí do marasmo das Cercanias de Passé (Aleluia!) e ainda trouxe quem eu queria comigo!
Primeiro vim sozinha e preparei o lugar pra Gorda, que deve ta cheia de si também, porque foi “o ano” pra ela também; o que me deixa mais realizada ainda.
Já pra Carol, que já estava aqui, foi uma alegria da porra né? A gente na cola dela o tempo todo e ainda por cima ter que acordar e olhar pra cara da Gorda todo dia [Ela adorou ¬¬].
Foi um dos anos em que eu mais conheci gente! Daria uma lista enorme, mas prefiro lista-los mentalmente mesmo [Dá menos trabalho e é mais seguro].Um ano incrível dividido em dois semestres de felicidades e de ter duas turmas diferentes no mesmo ano, [perdicitários, que saudades!] e mesmo assim não deixar de Lembrar de quem me fez feliz no 1° semestre: Rafacão, Balada, Lipe, Tiquinho, Raphinha e Jojoca; sendo que esses três últimos me perseguem até hoje nos reggaes da vida. E como eu os agradeço por isso! E conhecer as figurinhas incríveis do noturno e como eles riam das minhas encrencas com Joice.
As pessoas do meu trabalho, as que sipicaram[ Dan,Carol,Xamil...] e as que ficaram [Ana, Salvador,Mirtes, Cássio, Rose...] que fizeram e fazem com que eu venha com vontade de trabalhar na segunda-feira.
Bruno, quando eu pensava que já tinha conhecido você, eu me surpreendi, te amei mais ainda e mesmo você sendo esse cretino que é, me mostrou que mesmo sumindo de vez é quando, não deixa de ser meu amigo que eu preciso falar, falar e falar... Ainda trouxe Marcolino e Milena de quebra né? Esse ozádo.eu adorei
Meus fins de semana, todos os fins de semana do ano, foram preenchidos por alguém, de alguma forma, pra que eu não ficasse em casa um sábado sequer!
Foi o primeiro ano que vi pouco minha família, mas me fez ficar mais unida com eles.Inclusive Dr.Leonardo Lago, que quase não vi, mas sei que lembrou de mim tanto quanto eu dele.
Seu 2008, eu só tenho a agradecer ao senhor viu, por ter me dado um dos melhores anos da minha vida. E que 2009, teu parente, seja tão legal comigo quanto o senhor foi.
Sem mais para o momento, peço deferimento.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
A paixão e a gastrite
Ele não dorme. Ele come mal. Se ela telefona, ele tem uma crise de euforia. Se o telefone emudece obstinadamente, é motivo de aguda depressão. Se ela corresponde, ele é o rei do mundo. Se não, ele pensa alternadamente em matar ou morrer. Às vezes, nas duas alternativas. Ou numa terceira, se ela estiver interessada em outro cara. Nenhum apaixonado de verdade escapa da gastrite. A gastrite é a prova definitiva do amor verdadeiro. E não qualquer gastrite, mas aquela que leite nenhum ameniza ou cura. Porque o problema está na mente insana, e não no estômago castigado.
[...]
"Bonito né? Mas não é meu não!"
Fábio Hernandez
terça-feira, 11 de novembro de 2008
"Children see, children do"
Minha pró de Psicologia, numa das aulas interessantérrimas dela ( ¬¬) até que fez algo que preste.
Ela tava comentando sobre a Teoria de Vygotsky, um cara que acreditava que o homem é um ser cultural, e que o ser humano aprende se medindo nos outros, guiados pelos outros e que para o desenvolvimento da criança principalmente na primeira infância, o que é mais importante são as interações assimétricas, isto é, as interações com os adultos.
Aí ela foi e mostrou esse vídeo, descrição perfeita! Não é que ela acertou dessa vez?
Muito bála velho.
Campanha publicitária da Organização não governamental Amigos da criança da Austrália. Novembro de 2007.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O Túnel do tempo das crianças
Será que elas mudaram muito?!
Observem isso e se perguntem de novo. O que elas pedem e querem hoje nem chega perto do passado.
Meus Oito Anos
“Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !”
Casimiro de Abreu, 1859.
Porquinho-da-Índia
Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração me dava
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele prá sala
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos
Ele não gostava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas . . .
— O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.
Oito Anos

”Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que os dentes caem?
Por onde os filhos saem?
Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?
Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é Jesus Cristo?
Onde estão meus primos?”
Adriana Calcanhoto, 2007.


